Apagar luzes e fechar torneiras são gestos pequenos que somam no final do mês. Antes de levar um item para casa, é importante analisar cada detalhe. Basta prestar atenção na peça ainda no cabide para identificar um tecido duro, textura áspera e até mesmo “bolinhas”.
Invista em roupas básicas de qualidade — aquelas vistas como essenciais no guarda-roupa feminino. Peças 100% algodão, com bom caimento e modelagem atemporal podem ser usadas por anos e anos. Já itens de alfaiataria, por exemplo, se tiverem bom corte e cor neutra, não precisam ser substituídos por um longo tempo. Ainda pensando na qualidade, o preço da roupa também pode influenciar, tendo em vista que o custo para produzir peças mais trabalhadas e com tecidos nobres é também mais elevado. É importante observar sua textura e o seu caimento, pois estes detalhes fazem toda a diferença. Tecidos naturais tendem a ter uma maior durabilidade, enquanto que os sintéticos podem se deteriorar em menos tempo e até mesmo criar “bolinhas”.
Avaliar o caimento das peças é outro passo essencial, e quem impacta diretamente nessa fator é o corte e a modelagem. “Para saber se o caimento é adequado, a melhor forma é experimentar a peça e verificar se ela se ajusta bem ao seu corpo”, afirma a consultora. Casacos e peças estruturadas, quando pendurados em cabides finos, podem deformar com o tempo. “O ideal é guardá-los dobrados ou usar cabides largos e reforçados. Isso evita ombros marcados e deformações no tecido”, ensina Evandro. “Produtos de limpeza muito agressivos afetam a estrutura dos tecidos e aceleram o desgaste”, explica. O ideal é optar por sabões neutros e usar o amaciante com moderação, principalmente em roupas com elastano ou tecidos sintéticos.
Quando meu ambiente está alinhado com meus objetivos, fica mais fácil criar e sustentar hábitos. A máquina pode ser prática, mas nem sempre é a melhor amiga das roupas. “O atrito da lavagem desgasta fibras, desfaz costuras e enfraquece o tecido. Sempre que possível, lave à mão ou escolha o ciclo delicado”, orienta Evandro. Uma calça jeans, por exemplo, pode ser lavada a cada 5 ou 6 usos — desde que arejada e limpa após o uso. Cada escolha ajuda a fortalecer marcas que estão de verdade transformando o jeito de fazer moda e cuidando do planeta. Uma das formas mais eficazes de identificar marcas de roupas ecológicas é observar a transparência na comunicação.
Use sabão e amaciante com moderação para evitar acúmulo de resíduos;3. Evite torcer peças delicadas (sedas com bordados e tecido tecnológico “Tecnoblock”, por exemplo). Pendure roupas estruturadas e dobre peças de malha para evitar deformações;7. O TNT facilita a passagem de ar para as peças, evitando o mofo;8. Em casos de manchas com pigmentação, prefira levar em uma lavanderia especializada.10.
Sua abordagem artesanal promove a sustentabilidade e também valoriza o talento e a cultura local, criando uma conexão entre o consumidor e o produto. Esse cenário exige mudanças significativas e imediatas, uma vez que a produção excessiva e o descarte irresponsável de roupas estão contribuindo para uma crise ambiental sem precedentes. Uma casa verde, no fim das contas, é mais do que um lugar com painéis solares ou plantas na varanda. É um espaço de escolhas inteligentes, conexões conscientes e ações que, mesmo pequenas, se somam para transformar o todo. Pode parecer estranho, mas até a forma como nos deslocamos para fora da casa — e o quanto fazemos isso — influencia diretamente no impacto ambiental doméstico. Hoje, com o avanço do home office e da digitalização de serviços, é possível reduzir significativamente o uso do carro.
Como marcas como Flávia Aranha inovam em tecidos?
As lâmpadas LED consomem até 80% menos energia do que as incandescentes e têm uma vida útil muito maior. Embora o custo inicial seja um pouco mais alto, a economia a longo prazo compensa rapidamente. Além disso, as LEDs geram menos calor, contribuindo para um ambiente mais confortável. Os canudos plásticos, embora pequenos, têm um grande impacto ambiental. Da mesma forma, talheres descartáveis podem ser facilmente trocados por opções reutilizáveis ou biodegradáveis, que são práticas para o dia a dia e mais amigáveis ao planeta.
Compre Menos, Escolha Melhor
Um hábito que faz muita diferença é o reuso de água — especialmente da máquina de lavar roupas. Essa água pode servir para lavar calçadas, regar plantas ou até dar descarga, dependendo da estrutura da casa. Nos próximos tópicos, vamos explorar os hábitos domésticos que realmente fazem a diferença na construção de uma casa verde. O foco aqui é o que dá resultado de verdade — no meio ambiente e também na conta do mês. Essas mudanças simples podem ajudar a manter o foco e a motivação.
Ao comprar eletrodomésticos, procure modelos com certificação de eficiência energética, como os com selo Procel no Brasil. Esses equipamentos consomem menos energia e, apesar de poderem ter um custo inicial maior, garantem economia ao longo do tempo. Exemplos incluem geladeiras, máquinas de lavar e condicionadores de ar lavar persianas mais eficientes.
Mas o hábito de separar resíduos recicláveis (papel, plástico, vidro e metal) é um dos mais poderosos do ponto de vista ambiental — e está totalmente ao alcance de qualquer lar. Além disso, abrir mão de alguns confortos (como o uso contínuo de aquecedores ou secadoras de roupa) pode ser mais sustentável e nem sempre compromete a qualidade de vida. Quando penso em como criar hábitos que realmente duram (sem depender da motivação), percebo que existem algumas técnicas que realmente fazem a diferença. Então, se eu me comprometer a fazer algo todos os dias durante esse período, é bem provável que eu comece a incorporá-lo na minha rotina. Mas se você procura uma roupa só para essa temporada e nem pensa em usar na próxima estação, vale buscar itens com materiais simples e preços acessíveis. “Muitas das peças que encontramos em fast fashion não vão durar como os tecidos orgânicos, reciclados, antigos e vintage”, pondera Chiara.
Marcas como Shein simbolizam o fast fashion extremo, suas coleções novas diárias sem transparência sobre condições de produção ou impacto ambiental. O resultado é um ciclo vicioso de produção e descarte que afeta tanto o meio ambiente quanto a sociedade. No Brasil, 80% das 170 mil toneladas de resíduos têxteis anuais acabam em lixões, segundo o Sebrae. Esse volume equivale a encher 3 estádios do Maracanã com roupas descartadas. Estima-se que cada brasileiro descarta em média 6,5 quilos de roupas por ano, contribuindo para esse problema crescente.
Roupas feitas de materiais sintéticos não amassam tanto, então a dica é simplesmente não passar. “Poupa trabalho e aumenta a durabilidade, principalmente em termos de brilho e de maciez”, diz Brenno. “Malha é um tecido mais elástico, que costuma ser usado em meias e camisas polo.
Evite o uso excessivo da máquina de lavar
Tudo começa com pequenas mudanças que, somadas, fazem uma grande diferença. Para cuidar adequadamente das roupas é essencial entender os métodos de lavagem, secagem, armazenamento e tratamento de cada peça, para evitar danos. Para entender melhor alguns processos, confira 10 dicas que podem ajudar nessa rotina. Ao adotar práticas de cuidado, prolongamos a vida útil das peças, evitando desgaste prematuro e a necessidade de substituições constantes.