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Descubra os 7 Principais Benefícios da Inteligência Artificial para Empresas: Vantagens, Desafios e Casos Reais

A IA impacta diretamente o desempenho das instituições, tornando-as mais eficientes, seguras e estratégicas, enquanto melhora a experiência do cliente e amplia oportunidades de crescimento. Mais do que apenas mecanizar tarefas, a automação financeira visa otimizar processos, aumentando a eficiência e a precisão das operações. Além disso, promove a segurança das informações e permite que os profissionais financeiros foquem em atividades estratégicas. A automação financeira está rapidamente se tornando essencial para empresas que desejam manter uma gestão financeira sólida e competitiva. A automação financeira tem revolucionado a maneira como as empresas gerenciam suas finanças. Antigamente, as tarefas administrativas eram realizadas manualmente, ocupando tempo valioso e sujeitas a erros humanos.

Boa parte dessas atividades consistem em lançamentos, registros, conferências e validações. Apesar de essenciais, são rotinas que despendem uma grande quantidade de horas e exigem extrema cautela para que sejam feitas da forma correta. Agora, os workflows são compostos por agentes que interagem, decidem e ajustam os fluxos de acordo com novas variáveis.

Esse índice reflete o crescimento das despesas assistenciais per capita das operadoras de planos de saúde. Embora os dados mais recentes disponíveis sejam de 2023, eles indicam uma tendência de alta nos custos assistenciais. Para se ter uma ideia do impacto, processos que antes levavam até 21 dias para serem concluídos agora são finalizados em pouco mais de 14 horas. Uma conta médica que, manualmente, demandava cerca de 10 minutos para ser fechada, e pode deixar de ser processada em menos de 1 minuto com o apoio da automação. Logo, esse modelo viabiliza contas digitais, cartões e pagamentos, reduz barreiras de entrada e amplia a competitividade.

As atividades e rotinas financeiras são essenciais para uma boa gestão e saudabilidade de qualquer corporação. Essas plataformas utilizam interfaces visuais para configurar fluxos, regras e etapas. Com isso, tarefas que antes dependiam de e-mails, planilhas ou controles manuais passam a seguir um fluxo estruturado, rastreável e automatizado. Automatize respostas, reduza o tempo de espera e aumente a satisfação dos seus clientes. Soluções rápidas e personalizadas, garantindo que você não perca a oportunidade de engajar. Como utilizar os conceitos de marketing para cobrar clientes e aumentar a recuperação de créditos da sua empresa.

A transformação digital no setor financeiro em 2026: o que muda para empresas e consumidores

Quando investidores analisam o negócio, empresas com RPA demonstram dependência menor do dono, um dos critérios citados no artigo interno “Quanto vale a sua empresa? Segundo a Gartner, a hiperautomação reduz até 40% do tempo gasto em atividades operacionais — segundo link externo aplicado naturalmente. Empresas que entendem a digitalização como um processo contínuo — e não como um projeto pontual — conseguem se adaptar com mais rapidez às mudanças do mercado e às novas demandas regulatórias. Abertura de contas, transferências, investimentos e contratação de crédito passaram a ser realizados em poucos cliques, muitas vezes sem a necessidade de interação humana direta. Nos últimos anos, a digitalização acelerou a inclusão financeira, ampliou o acesso a produtos antes restritos e trouxe maior transparência para decisões econômicas, impactando tanto pessoas físicas quanto organizações.

A redução de retrabalho emerge quando os fluxos têm escopos claros e integrações estáveis, fechando o ciclo com atendimento, risco e decisão conectados. No risco, o agente correlaciona eventos em tempo real e produz dossiês completos para as equipes de compliance. A solução aplica autenticação adaptativa, bloqueios preventivos e verificações adicionais quando a confiança cai. Para quem já opera em nuvem — 77% das empresas brasileiras, de acordo com a TOTVS — isso acelera integrações via APIs, padroniza logs e facilita auditoria de agentes. No setor financeiro, isso significa conectar IA ao core bancário, canais digitais, APIs de parceiros e serviços em nuvem, em ciclos contínuos de observação, decisão e ação.

A automação financeira se adapta às necessidades de cada setor, entregando resultados que vão além da eficiência operacional, promovendo maior segurança, inteligência estratégica e redução de custos em longo prazo. Outra ferramenta, já citada, é a Inteligência Artificial (IA), que está por trás de sistemas de análise de dados, assistentes virtuais e chatbots, que interagem com clientes de forma cada vez mais sofisticada. A IA também pode ser utilizada para prever tendências de mercado, analisar grandes volumes de dados financeiros e até mesmo auxiliar na tomada de decisões estratégicas dentro dos bancos.

O Impacto da Automação na Gestão Financeira das Empresas

Isso permite decisões rápidas e flexibilidade para lidar com mudanças do mercado. O sucesso desses modelos integrais e modernos mostra que a combinação de independência e suporte financeiro é uma estratégia eficiente para crescer e se destacar em um mercado competitivo. Agências como Known, DEPT e Croud contratam principalmente para níveis médio e sênior. Esse novo perfil ajuda a acelerar processos e entregar resultados mais rápidos. As agências usam AI para ganhar tempo e cortar custos, principalmente em ações operacionais. Funções em níveis executivos e de diretoria permanecem estáveis, mas as oportunidades para profissionais juniores têm diminuído, criando um cenário desafiador para quem busca iniciar carreira nesse setor.

Além disso, as funções mais técnicas agora exigem que os trabalhadores tenham habilidades em AI e tecnologias digitais. Agências estão investindo em programas de estágio, parcerias educacionais e mentorias para ampliar o acesso e diversificar o mercado. Estratégias que desenvolvem habilidades técnicas e estratégicas ajudam novos talentos a crescer Controle de despesas corporativas e inovar nas equipes.

  • A digitalização também ampliou o acesso ao sistema financeiro para públicos antes pouco atendidos.
  • Além disso, esses assistentes podem auxiliar na conciliação de despesas, geração de boletos e acompanhamento de pagamentos, melhorando a eficiência da operação financeira.
  • A detecção de fraudes é uma das áreas mais críticas no setor financeiro, e a IA tem desempenhado um papel essencial nessa tarefa.

Atendimento ao Cliente com IA

O impacto da automação no setor financeiro das empresas

Em terceiro lugar, garanta que os dados da empresa estejam organizados, limpos e prontos para uso. Invista em processos de coleta, análise e gestão de dados para otimizar as aplicações. O relatório Artificial intelligence in UK financial services 2024, do Bank of England mostra 75% das instituições usando IA hoje. Dentre os casos de uso, 41% aplicam IA para otimizar processos internos e 33% para detecção de fraudes. O avanço também toca open finance e DeFi com IA, onde a automação exige governança rígida. Novas regras, Pix e Open Finance elevaram a exigência por validação em tempo real.

Em vez de eliminar funções, a automação permite que os colaboradores deixem de realizar tarefas operacionais repetitivas para focar em análises estratégicas e na tomada de decisões. A comunicação clara e o envolvimento da equipe no processo de implementação são fundamentais para criar um ambiente de aceitação e adaptação à nova realidade. Continue a leitura para descobrir os primeiros passos nessa jornada e as melhores práticas para implementar essas tecnologias no setor financeiro. Para empresas que operam online, a integração de sistemas financeiros automatizados com plataformas de e-commerce é crucial. Essa integração sincroniza dados de vendas e estoques em tempo real, facilitando a gestão financeira e simplificando operações logísticas.

Contudo, é fundamental compreender como implementá-la de forma eficaz, avaliando os riscos e benefícios envolvidos e assegurando que as pessoas permaneçam no centro dessas mudanças. Tradicionalmente, a conciliação bancária é um processo manual e suscetível a erros, onde os dados de transações financeiras são conferidos com os extratos bancários para garantir a consistência. Esse método consome tempo, exige atenção redobrada e frequentemente resulta em atrasos nos ciclos de fechamento financeiro. Em resumo, se antes eram necessárias equipes maiores, focadas em rotinas operacionais e manuais, hoje as empresas modernas estruturam setores mais enxutos com profissionais analíticos e estratégicos. O conceito de FinOps (Financial Operations) tem se tornado cada vez mais relevante com a crescente adoção da computação em nuvem. Empresas que utilizam serviços de nuvem precisam monitorar e otimizar seus custos continuamente, evitando desperdícios e garantindo o uso eficiente dos recursos.

Entendendo a dinâmica de funcionamento dessas tecnologias, fica mais fácil de entender o porquê a chance de erros é muito menor nesse contexto tecnológico. A Distrivisa, por exemplo, líder na área de suprimentos para equipamentos de impressão, conseguiu direcionar o tempo dos profissionais para atividades mais estratégicas. Além disso, esses assistentes podem auxiliar na conciliação de despesas, geração de boletos e acompanhamento de pagamentos, melhorando a eficiência da operação financeira. Essa abordagem permite validar a automação em um ambiente controlado, garantindo que a transição ocorra de forma mais segura e eficiente. Com metas bem estabelecidas, é mais fácil medir os resultados e garantir que a automação está gerando valor para a empresa. A combinação entre automação e Inteligência Artificial amplia ainda mais os ganhos operacionais.

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Por que a grama sintética tem sido associada a casos de câncer de jogadores nos EUA?

Segundo a entidade, a decisão decorre da diferença climática entre os países e visa uniformizar as superfícies. A Grama Sintética é muito semelhante a um gramado natural bem cuidado e conservado, pois ambos têm aparência uniforme e sempre verde. Essa aparência bonita o ano todo nem sempre é uma característica da grama natural, visto que está sujeita às alterações climáticas, como chuvas e mudanças de temperatura.

Promessas de gramados que não requerem manutenção ou água atraem consumidores que preferem a estética mais “limpa” do gramado falso. Uma das principais características da grama sintética é a sua elevada durabilidade. Mas para isso, precisa estar em dia com sua conservação, limpeza e manutenção. A areia (ou outros tipos de preenchimentos) é necessária para fornecer apoio grama artificial às longas folhas de grama, impedindo que elas deitem. Não só torna mais pesada a grama artificial, de modo que não se mova ou levante, mas também protege o gramado e proporciona estabilidade.

Retenção de calor

Mesmo que a grama artificial tenha aval da Fifa e dos estudos citados, muitos torcedores e até jogadores e técnicos ainda mostram certa resistência à novidade. Em uma pesquisa feita na MLS (Constantine Poulos, 2014), 94% dos jogadores questionados acreditavam que seria mais provável se lesionar na grama artificial do que na natural. Eles argumentam que o sintético é mais duro, a borracha causa mais atrito e os submete a um “maior custo metabólico” do que o campo tradicional.

Quando instalada corretamente, a grama artificial drena de forma mais confiável e eficiente do que a grama natural. A grama sintética deve ser encarada como um investimento a longo prazo, uma vez que se pagará a si próprio ao longo do tempo com as economias que verá a longo prazo. Isso é evidente na crescente popularidade da grama artificial como cobertura de área de lazer, que é uma aplicação comercial cada vez mais comum de grama sintética.

Os seis atletas, que morreram de glioblastoma, jogaram no Philadelphia Phillies durante a maior parte das carreiras. Segundo o jornal americano ‘Philadelphia Inquirer’, o time em questão competiu por décadas em um gramado de grama sintética no estádio Veterans Stadium, o qual denominava de casa. Segundo ela, a conclusão possível é que há relação inversa entre o tempo em que o atleta atua em determinado gramado e a taxa de lesões.

Steven Gerrard, ídolo do Liverpool e atual técnico do Glasgow Rangers, chegou a classificar os campos artificiais como “perigosos” e que “o jogo estaria melhor se eles não existissem”. Alguns jogadores de futebol também se recusam a jogar em estádios de grama sintética. Desde que assinou com o Inter Miami e passou a jogar a MLS, o argentino não atuou em gramados artificiais. No Brasil, o mesmo acontece com Luis Suárez, que tem problemas no joelho e evita, por recomendação médica, atuar em grama sintética.

Especialistas dizem, no entanto, que essa é a faixa etária mais atingida por esse tipo de tumor. Além disso, outros fatores podem ter contribuído, como o uso de pesticidas nos campos, o hábito de mascar tabaco, o uso de drogas e, até mesmo, concussões cerebrais. Inúmeras espécies de animais essenciais para a cadeia alimentar residem na grama natural. Porém, com a instalação de gramas decorativas artificiais, o acesso ao solo, onde reside parte das presas de pássaros e pequenos mamíferos, é impossibilitado. Isso, consequentemente, limita as fontes alimentares da vida selvagem e contribui para a diminuição populacional de diversas espécies.

Qual o problema da grama sintética?

Piso de gramado sintético prejudica o meio ambiente

Ambos têm vantagens e desvantagens, e a escolha de qual utilizar depende do tipo uso e situação desejada. Já no último domingo (28), após a vitória sobre o Santos, Abel voltou a cobrar manutenção no terreno de jogo da casa alviverde. Dessa forma, conseguirá escolher a alternativa mais adequada, que apresente o melhor custo-benefício para seu lar. O jornalista Tim Vickey, da BBC de Londres, lembra que, quando jovem, viu muitos jogos da Premier League, o Campeonato inglês, serem disputados em “lama total”. O jeito encontrado foi molhar os pés com água gelada ou mergulhar com chuteira e tudo dentro de baldes de gelo. Mesmo assim, alguns jogadores, como o lateral-direito Tinga, relataram ter ficado com bolhas nos pés após a partida.

Eles recebem um lastro de areia e, em seguida, vem a terceira camada, de preenchimento, cujo material varia de acordo com o estádio. Todos eles não aquecem diante da exposição ao sol como se passava com os sintéticos mais antigos e ainda ocorre com os de uso não profissional, que utilizam borracha comum. Para adotar esse tipo de gramado, os clubes precisam ter um certificado de avaliação realizada pela Fifa. Alguns critérios avaliados são o quique e a rolagem da bola, a planicidade, a tração e rotação da chuteira. Sob os gramados de plástico há ainda uma camada de borracha que, segundo um relatório recente da Agência de Proteção Ambiental dos EUA, apresenta níveis altos de substâncias químicas potencialmente perigosas.

Brasil termina Mundial de Futsal com artilheiro e melhor do torneio

As pesquisas apontam que toda grama artificial é feita por compostos tóxico de PFAS (substâncias per e polifluoroalquil). Determinados materiais são um classe de produtos químicos que as empresas usam para tornar o gramado antiaderentes, impermeáveis ou mais resistentes a manchas. Uma investigação nos Estados Unidos aponta que a morte de seis jogadores de beisebol podem ter sido influenciadas pela presença da grama sintética na rotina do dia a dia dos atletas.

Dados do Google Trends, por exemplo, mostram que as pesquisas por “grama artificial” aumentaram 185% de maio de 2019 a 2020. Na opinião de Kyla Bennett, uma ex-cientista da Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês), o caso dos jogadores de beisebol é mais um exemplo da nocividade dos campos sintéticos, que deveriam ser proibidos. Além do time paulista, apenas Athletico Paranaense e Botafogo adotam a grama artificial em seus estádios entre os clubes da Série A do Campeonato Brasileiro. A Fifa (Federação Internacional de Futebol) já avisou que só poderá ser usada grama natural.

Quanto mais tempo atuando em um mesmo tipo de gramado, menor a taxa de lesão. Como no Brasil somente três estádios da elite adotam o gramado sintético, os jogadores de outros times não estão tão familiarizados, o que realmente pode acabar aumentando a taxa de lesões, afirma Liu. Segundo o Palmeiras, a adoção do gramado artificial, implementado em fevereiro de 2020, deu-se em função dos eventos e shows que danificavam a grama natural. Com a sintética, o Palmeiras joga sempre em um campo em “perfeitas condições”, defende o clube.

A grama artificial utilizada para paisagismo é uma ‘grama ornamental’, e tem fibras mais atraentes e mais suaves do que no gramado usado para esportes. A grama artificial para paisagismo é também intensa, para um efeito mais natural. Para impedir que as fibras se deitem, em alguns casos, um agente para preenchimento é usado. Os primeiros sistemas não preenchidos se tornaram disponível no mercado em meados de 2008.